Como evitar o risco fiscal e o baixo crescimento

Risco fiscal e baixo crescimento

Durante o período de campanha para as eleições municipais, a instabilidade no mercado interno foi reduzida. Isso porque o governo federal parou de veicular propostas para aumentar gastos e/ou impostos. Mas o risco fiscal e de baixo crescimento do governo federal continuam.

Embora seja clara a falta de interesse do governo Bolsonaro em avançar com as reformas do setor público, não há alternativas. O objetivo deve ser cortar e controlar o excesso de gastos públicos.

Não há mais espaço para criar e aumentar impostos, tendo em vista que os três níveis de governo já taxam muito acima da capacidade de pagamento dos brasileiros. Fatores como este tem gerado desemprego, informalidade e baixo crescimento nas últimas décadas.

Mudança de rumo no risco fiscal e no baixo crescimento

As promessas de reformas feitas durante a campanha presidencial e durante o primeiro ano do governo Bolsonaro melhorou as expectativas e começava a tirar a economia do Brasil da recessão e estagnação dos últimos anos. Entretanto, apenas promessas passadas ou a ausência de propostas insustentáveis das últimas semanas não resolvem o problema.

É importante que as mudanças do setor público, como a reforma administrativa e as PECs 186 e 188, sejam aprovadas o mais rápido possível. Isso, de forma a cortar gastos e privilégios abundantes do setor público. Essa é a forma de evitar as danosas crises de solvência que vivemos no passado, evitando o risco fiscal e o baixo crescimento. Somente assim a economia brasileira poderá deixar para trás as últimas décadas de baixo crescimento.

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